quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Silêncio e morte.

No apego do medo
Se calar engole
O veneno que mata
Se não mata, morde
Se morder adoece
E adoecendo se esvai:
Toda beleza,
Toda certeza,
Toda vontade e coragem
Fica só a imagem
Pálida, fria, final.

"Aquela que ouve"(31/01/2012)

Nenhum comentário:

Postar um comentário